Reconhecida por ser a terceira maior rede de academias do mundo, a Smart Fit conquistou o prêmio Pop List 2019. O grupo ficou em primeiro lugar na lembrança do consumidor goiano na categoria Academia de Ginástica, com 22,9% de share of mind. A empresa detentora das bandeiras Smart Fit, Bio Ritmo, O2, Race Bootcamp, NÓS, Torq, Vidya e Jab House conta com mais de 500 unidades próprias. “O propósito de democratizar o fitness de alto padrão nos faz entregar ao cliente não só infraestrutura de qualidade, mas também acesso a treinos que geram resultados”, diz Edgard Corona, fundador e presidente da Smart Fit.
A empresa traz uma combinação de preço acessível e infraestrutura de ponta para o mercado de academias e aposta em inovação para sua rede low cost. Prova disso é sua posição em número de clientes - 5º lugar no mundo, com 2 milhões de usuários. E o crescimento continua: só nos primeiros seis meses de 2019, a o grupo cresceu 40% em receita, o que permite antecipar uma nova subida no próximo ranking.
O grupo opera por meio de uma modelo horizontal de gestão. Isso faz com que todos os colaboradores possam contribuir em projetos de maneira participativa e dinâmica, o que resulta em ações mais ágeis e de impacto real para a experiência dos clientes. “Estar entre as principais academias do mundo sem perder a nossa essência de democratizar o fitness de alto padrão é a nossa principal conquista. Nossa missão é fazer com que o cliente sinta que está numa academia de ponta por um preço acessível”, declara Edgard.
Ainda segundo o presidente, a estratégia da Smart Fit é continuar crescendo em novas regiões para atender mais clientes que não têm condições de frequentar uma academia de qualidade com preço acessível . “Essa estratégia fez com que o mercado americano alcançasse 20% da população frequentando academias. No Brasil, por exemplo, onde há diferença muito grande de poder aquisitivo das pessoas, apenas 4% da população frequenta academias e acreditamos que podemos elevar isso para algo em torno de 6% a 7%. Ou seja, temos ainda muito a crescer na América Latina”, conclui.